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	<title>CONFECÇÃO &#8211; BRC Fornecedor de tecidos</title>
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	<description>Fornecedor de tecidos e acessórios para vestuário</description>
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		<title>ABIT traça planos de ações em 12 áreas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRC Tecidos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Nov 2014 23:34:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>ABIT traça planos de ações em 12 áreas e conta com comprometimento do novo presidente do Brasil &#160; Rafael Cervone, presidente da Associação Brasileira da...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>ABIT traça planos de ações em 12 áreas e conta com comprometimento do novo presidente do Brasil</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rafael Cervone, presidente da <em>Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção</em> (ABIT), afirma que o cenário do setor têxtil não está ruim. Apesar da crise global em 2008 e seus desdobramentos nocivos, os investimentos anuais cresceram de US$ 1,8 bilhão projetado para 2014. O setor aproveitou uma brecha da valorização do câmbio, para modernizar máquinas e equipamentos, majoritariamente importados.</p>
<p>Uma das preocupações é a forte concorrência dos <em>países asiáticos</em>. Se até algum tempo atrás a China amedrontava, hoje o chão de<span style="color: #333333;"> <a title="Fábrica de bonés" href="http://kyoodai.com.br" target="_blank"><span style="color: #333333;">fábrica</span></a>,</span> por motivos de custos trabalhistas, se mudou para países como Vietnã, Indonésia e Paquistão, para citar três exemplos. Mas Cervone relativiza esse cenário concorrencial.</p>
<p>Hoje, o plano é produzir perto do mercado<em> consumidor</em>, diz o executivo. O que faz a diferença é que o setor têxtil <span style="color: #333333;"><a href="http://ipth.com.br/" target="_blank"><span style="color: #333333;">brasileiro</span></a></span> detém o know-how de toda a cadeia produtiva &#8211; da <span style="color: #808080;"><a style="color: #808080;" href="http://fibrillare.com.br">fibra ao varejo</a></span>. A nova classe C não quer <em>roupas</em> padronizadas da Ásia, mas quer ser incluída no mundo da moda, a um preço acessível. Segundo ele, o grande trunfo do Brasil será planejar uma estratégia de produzir bens com maior valor agregado.</p>
<p>Precisamos transferir particularidades do nosso brand para o produto, como textura, design e cor. O que é improvável que algum outro país consiga copiar. Ele conta que certa vez, em viagem à Espanha, viu uma moça comprar um par de<em> sandálias Havaianas</em> por quase 200 euros. Então perguntou a ela se iria gastar tal valor naquela sandália e ela respondeu: &#8220;Claro. Com ela eu me sinto a <em>Gisele Bündchen</em> caminhando no calçadão de Copacabana&#8221;.</p>
<p>Outro fato lembrado por Cervone é do algodão naturalmente colorido, produzido na Paraíba, que tem indiscutível valor de mercado, por não exigir tinturas e processamentos. O executivo lembra ainda que o Brasil produz 60% do algodão mundial sob o selo Better Cotton Initiative, um carimbo de <span style="color: #808080;"><a style="color: #808080;" href="http://www.hezzitubones.com.br">qualidade</a></span>. Ele informa também que a <em>ABIT</em> está trabalhando com a <em>Universidade de São Paulo</em> (USP) para produzir fibra a partir de bagaço de cana, além de estarem em andamentos estudos sobre corantes naturais, como urucum.</p>
<p>De qualquer forma, ele cogita abertura restrita do mercado a países que têm práticas desleais nos quesitos trabalhista, previdenciário e ambiental. Por isso, a ABIT mantém constantes conversas com a Organização Internacional de Trabalho (OIT) e Organização Mundial do Comércio (OMC).</p>
<p>Apesar dessas expectativas róseas, Cervone salienta que o próximo presidente da República precisa se pactuar com uma série de mudanças rápidas. O instituto fez uma Agenda Fundamental para o próximo governante, que contempla 12 áreas.</p>
<p>No quesito relações trabalhistas, a associação propõe regulamentar a terceirização, criar um contrato de formação de 24 meses, com redução de 50% dos encargos, para empresas que admitem jovens sem experiência. &#8220;A agenda trabalhista atual é muito pesada. Enquanto o mundo caminha para a livre negociação, somos engessados&#8221;, diz o dirigente.</p>
<p>Na seara da segurança jurídica, entre outros pontos, a proposta inclui coordenar ações que impeçam modificações posteriores e desenvolver mecanismos legais que impeçam desconsiderações de negociações coletivas na área trabalhista. &#8220;Um exportador, por exemplo, não pode firmar um contrato de longo prazo e, em 15 dias, ser surpreendido por mudanças nas regras.&#8221; Na questão sobre macroeconomia, a Abit é favorável a independência do Banco Central, um comitê gestor que fiscalize a Lei de Responsabilidade Fiscal e a desindexação da economia, inclusive do salário mínimo.</p>
<p>Quando o assunto é tributação e gasto público, há a recomendação de vetar o aumento das despesas correntes em relação ao PIB, suprimir a metodologia de cálculo de &#8220;imposto sobre imposto&#8221;, baixar a zero as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para tapetes, carpetes, embalagens<span style="color: #333333;"><a title="Atacado de tecidos" href="https://brctecidos.com.br/estampados-vicunha/" target="_blank"><span style="color: #333333;"> têxteis</span></a> </span>e glicol. A respeito de financiamento, o objetivo é estimular a expansão do mercado de capitais, promover maior acessibilidade das empresas ao financiamento para a inovação e expandir o cartão BNDES a outros países do Mercosul.</p>
<p>Quanto ao setor de infraestrutura, a Abit propõe reduzir o custo da energia para cadeias produtivas intensivas de mão de obra entre 22 horas e 6 horas, rever as tarifas de forma geral, melhorar a atuação das agências reguladoras e oferecer internet e telefonia equivalentes aos serviços de países desenvolvidos. Em educação, a idéia é facilitar a parceria entre empresas e universidades, ampliar os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) na qualificação profissional e favorecer parcerias entre empresas e universidades estrangeiras.</p>
<p>Inovação é um tema recorrente, que inclui ampliar incentivos fiscais para as iniciativas inovadoras, desenvolver um Fundo Setorial de Inovação, entre outros itens. Os temas finais referem-se a ações para o comércio exterior, preservação do meio ambiente &#8211; através de incentivos econômicos, à reciclagem e apoio à pesquisa -, desburocratização e apoio a micro e pequenas empresas.</p>
<p>Para Cervone, o comércio exterior precisa se expandir. Segundo ele, é fundamental que o governo firme acordos preferenciais também com grandes blocos, como União Européia, e países fortes como Estados Unidos e Japão.</p>
<p>A principal preocupação de Cervone são as micro e pequenas empresas. &#8220;Temos de fortalecer o elo mais frágil da cadeia têxtil, que é a de <span style="color: #333333;"><a title="Atacado de tecidos para confecção" href="https://brctecidos.com.br" target="_blank"><span style="color: #333333;">confecções</span></a></span>. Atualmente, das 78 mil empresas do setor, 90% são muito pequenas, encaixam-se no regime do Simples. Nesse contexto, o câncer é o teto de faturamento de R$ 3,6 milhões, porque as confecções às vezes evitam crescer para não terem uma taxação mais pesada&#8221;, afirma.</p>
<p>Por fim, um último ponto trabalhado pela ABIT é atrair grandes redes varejistas para o País. Porém, cuidar para que a cadeia têxtil e de confecções brasileira seja a fornecedora e evitar a importação de itens do exterior.</p>
<p>No ano de 2013, a cadeia têxtil e de <span style="color: #808080;"><a style="color: #808080;" href="http://kyooai.com.br" target="_blank">confecção</a></span> produziu aproximadamente US$ 58,2 bilhões, o que equivale a 5,7% do valor total da produção da indústria brasileira de transformação, não incluídas as atividades de extração mineral e a construção civil, que complementam o setor secundário da economia.</p>
<p>A soma de empregos gerados pela cadeia têxtil chegou a 1,6 milhões de postos de trabalho em 2013, ou o equivalente a 16,4% do total de trabalhadores alocados na produção industrial nesse ano, bem demonstrando que, além da sua grande importância econômica, esse é um segmento de forte impacto social.</p>
<p>Foi analisado o período de 2009 a 2013, no qual o número de empresas em atividade na cadeia têxtil cresceu 8,9%, mas sobre 2012, houve queda de 0,2%. O segmento de confecções para a linha lar foi o que mais cresceu no período de 2009 a 2013, com alta de 11,5%. Em contrapartida, o segmento de meias e acessórios recuou 10,9%. Entretanto na confecção de vestuário, o crescimento foi de 11%, enquanto as malharias apresentaram queda de 5,9%, e as tecelagens, de 4,5%.</p>
<p>Quanto ao pessoal empregado na cadeia têxtil, houve queda de 3,6% no setor têxtil e de 2,7% nos confeccionados, entre 2009 e 2013. Os segmentos de confecções para a linha lar e as malharias tiveram as maiores quedas, de 12,4% e 10,6%, respectivamente. Porém, analisando o número médio de empregados por empresa, no período de 2009 a 2013, houve um declínio, tanto no setor têxtil quanto no de confeccionados. Isso significa, entre outras considerações, um maior nível de automação e modernização do setor.</p>
<p><em>Fonte: Política Industrial (Brasileiros Especiais)</em></p>
<p><a href="http://www.abrapa.com.br/noticias/Paginas/Setor-est%C3%A1-bem-e-cont%C3%ADnua-a-investir.aspx"><em>http://www.abrapa.com.br/noticias/Paginas/Setor-est%C3%A1-bem-e-con&#8230;</em></a></p>
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