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	<title>poodle &#8211; BRC Fornecedor de tecidos</title>
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	<description>Fornecedor de tecidos e acessórios para vestuário</description>
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		<title>Pelos de poodle para fabricação de tecidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRC Tecidos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2014 22:56:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Indústrias têxteis podem utilizar pelos de poodle para fabricação de tecidos, pois possuem semelhanças aos pelos de carneiro. É o que diz na sua dissertação...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><span style="color: #c0c0c0;">Indústrias têxteis podem utilizar pelos de poodle para fabricação de tecidos, pois possuem semelhanças aos pelos de carneiro.</span></h2>
<p style="text-align: justify;">É o que diz na sua dissertação de mestrado, o pesquisador Renato Nogueirol Lobo, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP. De acordo com o pesquisador, para <span style="color: #808080;"><em><a title="Fornecedor de tecidos" href="https://brctecidos.com.br"><span style="color: #808080;">produzir</span></a></em></span> uma tonelada de fio, seriam necessários 600 quilos de pelo de poodle, o que significa a tosa de aproximadamente 800 cães.<br />
Para reciclagem desses resíduos, deve ser feita coleta exclusiva e assim conseqüentemente cai a quantidade de pelos descartados em pet shops. Outro fator relevante é que os fios poderiam ser usados para <span style="color: #808080;"><em><a title="Brim Confecção" href="https://brctecidos.com.br/catalogo-brim-athenas/" target="_blank"><span style="color: #808080;">confecção</span></a></em></span> de qualquer tipo de roupa, mas o projeto está direcionado para <span style="color: #808080;"><em><a title="Oxford para produção de vestuário" href="https://brctecidos.com.br/catalogo-oxford-stretch/" target="_blank"><span style="color: #808080;">produção</span></a></em></span> de roupas para pet, relata Lobo.<br />
Segundo Lobo, o que difere os dois é que os pelos de poodle são fiáveis em fibra curta, entre 12 a 40 milímetros, e os de carneiro são fiáveis em fibra longa, entre 40 a 80 milímetros. Essa diferença não altera o processo de fiação nem prejudica o maquinário, esclarece. No mestrado, foi <span style="color: #808080;"><a href="http://kyoodai.com.br" target="_blank"><span style="color: #808080;">produzido</span></a></span> um quilo de fio, composto por 50% de pelos de poodle e 50% de acrílico.<br />
&#8220;A quantidade de pelo em cada tosa varia em relação ao tamanho do animal. Para um poodle toy, que são os menores da raça, são cerca de 120 gramas e um poodle big, o maior da raça, pode deixar cerca de 1,200 quilos de pelo em cada tosa. Assim, consideramos uma média de aproximadamente 700 gramas de pelo por animal&#8221;, <span style="color: #808080;"><a title="Dicas" href="https://brctecidos.com.br/pelos-de-poodle-para-fabricacao-de-tecidos/" target="_blank"><span style="color: #808080;">explica</span></a></span>.<br />
Os testes realizados constataram que este fio é semelhante à lã de carneiro nos quesitos maciez, tingibilidade &#8211; capacidade de receber corante -, alongamento, absorção de líquido e isolamento térmico. &#8220;Um leigo não conseguiria distinguir um fio que foi produzido com pelo de poodle de outro produzido com o pelo de carneiro. Apenas pessoas com conhecimento técnico poderiam perceber a diferença ao avaliar o fio e detectar que se trata de uma fibra curta&#8221;, relata.<br />
Para realização da pesquisa, Lobo recolheu dez amostras de pelo de poodle em dez pet shops da cidade de São Paulo. Cada amostra tinha peso variando de ½ a 1 quilo e passaram por um processo de lavagem, foram separadas por cores claras e escuras: pelos brancos e creme; e pelos marrons e pretos. &#8220;O intuito era saber se havia alguma diferença em relação à finura dos fios claros e escuros&#8221;, conta. Os testes mostraram não haver diferença neste aspecto. Depois realizou-se uma série de testes relacionados à resistência, alongamento dos pelos, e comprimento de fibra.<br />
Experiência empírica<br />
Em 2008, Lobo atuava como professor do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), unidade Francisco Matarazzo, em São Paulo — e onde, atualmente, exerce o cargo de coordenador de cursos. Numa conversa com suas alunas, surgiu a idéia de utilizar pelos de poodle como matéria prima para o setor têxtil. Uma das <span style="color: #808080;"><a title="Cursos" href="http://ipth.com.br" target="_blank"><span style="color: #808080;">alunas</span></a></span> tinha um cão poodle e comentou sobre a semelhança entre as fibras do poodle e a lã de carneiro e que seria interessante a possibilidade da utilização dos pelos dos cães na indústria têxtil. Assim, o grupo decidiu colocar a idéia em prática e fazer testes com pelos de poodle na produção de tecidos.<br />
Lobo explica que foi um processo experimental, baseado no erro e no acerto para chegarmos à composição ideal do fio. Começamos com 25% de pelo de poodle e 75% de acrílico. Realizamos diversos testes, com diversas composições até chegarmos à porcentagem de 50% de pelos de poodle e 50% de acrílico para confeccionar o fio. Foram produzidas várias amostras de tecido, batizado de &#8220;caniche&#8221;, que significa poodle em francês, tanto cru como tingido, sendo mais ou menos de 1 quilo de malha e 10 metros de tecido plano. Na época, o professor contou com a colaboração de duas indústrias têxteis.<br />
O Projeto Caniche foi exposto em algumas feiras de inovação em 2008, como a Inova SENAI, promovida pelo SENAI, e na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), promovida pela Escola Politécnica (Poli) da USP. Na Febrace, o projeto foi apresentado na área de Ciências Biológicas pelas alunas Cibelle Gaijutis de Azevedo e Ellen Tais Santana, com orientação de Lobo e co-orientação da professora Aparecida Bezerra Nunes, do SENAI Francisco Matarazzo.<br />
Mestrado e doutorado<br />
Em 2011, Lobo decidiu ingressar no mestrado acadêmico da Escola de Artes, Ciências e Humanidades com o desígnio de sair da experiência empírica obtida no SENAI com a finalidade de validar, de modo científico, a possibilidade de utilização dos pelos de poodle como matéria-prima para a produção de tecido pela indústria têxtil. Assim sendo, os estudos foram concentrados na análise dos pelos e na estrutura do fio produzido com estes pelos. O mestrado teve orientação da professora Regina Aparecida Sanches e deve ser apresentado nos próximos meses. O projeto também já foi divulgado em congressos na Croácia e na Alemanha.<br />
Uma vez constatada cientificamente a viabilidade do projeto, o próximo passo será a continuidade por meio de uma pesquisa de doutorado. A idéia central será a produção de tecidos, tendo como matéria prima, pelos de poodle. Mas, desta vez, com todo o critério científico que uma pesquisa deste porte exige, disse Lobo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333399;">http://textileindustry.ning.com/forum/topics/pelo-de-poodle-similar-ao-de-carneiro-e-pode-virar-tecido?xg_source=msg_mes_network</span></p>
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